11 de setembro: as homenagens do futebol às vítimas do golpe no Chile


Enquanto no Brasil, celebridades e cidadãos comuns, muitos ligados ao futebol, fazem questão de normalizar o Regime Militar (64-85), no Chile, o período ditatorial sob o comando de Pinochet (73-90) é lembrado de maneira respeitosa com suas vítimas no mês de setembro. O último 11 de setembro, na segunda-feira, marcou os 44 anos do golpe militar liderado por Augusto Pinochet, que derrubou e assassinou o presidente eleito Salvador Allende.

No Estádio Nacional, em Santiago, onde milhares de pessoas foram presas, torturadas e até assassinadas, no dia 9 de setembro, o Universidad de Chile recebeu o O'Higgins pela sexta rodada do Campeonato Chileno. Antes da partida, o volante David Pizarro e o atacante Isaac Díaz, da Universidad de Chile, deixaram um ramo de flores no local onde está o Memorial, que crava em letras garrafais: "um povo sem memória, é um povo sem futuro"



Durante o jogo, diversas manifestações foram registradas na torcida de La U, assim como na do Colo-Colo, no Estádio Monumental, e até na torcida do pequeno Curicó Unido, de Curicó, ao sul de Santiago.

 




Na tradicional Marcha ao Cemitério Geral, cerca de 3.500 pessoas participaram, entre elas membros de torcidas da Universidad de Chile e do Colo-Colo.



As fotos foram retiradas do site Futebol Rebelde.

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