Precisamos conversar sobre redes sociais


A comunicação vive um momento único com as redes sociais. Estamos em um estágio onde todos produzem e consomem informação. Muita informação. Em busca de diferenciação, e de conquistar uma maior aproximação com o público, as empresas de todos os segmentos investem cada vez mais nessa área. Mas há uma figura central nessa relação atual entre cliente-fornecedor: o social media. 

O social media, em português claro, é o responsável pelas redes sociais de determinado veículo ou empresa. É ele que tem a função de criar um vínculo com seus consumidores, estabelecendo muito mais do que um canal de atendimento, mas uma relação de afeição entre marca e cliente. Algo sensacional, se pararmos pra pensar que há 10 anos atrás, conversávamos com as empresas por meio de demoradas ligações telefônicas. Pra deixar essa forma pedante de atendimento para trás, o tom usado pelas empresas nas redes sociais passou a ser informal, com uma linguagem jovem e cativante. O principal case (me desculpem pelos termos em inglês) do gênero é o do perfil no Facebook da Prefeitura de Curitiba. A "Prefs", como é carinhosamente chamada por seus seguidores, tornou-se viral e conseguiu excelentes resultados. O problema, é que gerou consequências terríveis.

Todo mundo quer ser a "Prefs". Mesmo que para isso, seja preciso agir por meio do perfil institucional como um adolescente piadista de 14 anos. E é claro, que no meio esportivo não seria diferente. Mas com um agravante. Já temos nosso problema de maturidade comunicacional: o Jornalismo Tiago Leifert (outro sucesso em números absolutos). Unindo isso, temos uma infantilização da informação. Um verdadeiro desperdício de um profissional, que imagino eu, seja gabaritado. 

Entendo que não se discute com os números, mas acho que exemplos, como os citados abaixo, deixem claro a minha opinião quanto a este tipo de abordagem, principalmente vindo de uma rede gigantesca de televisão como a Fox Sports ou de um clube de tanta história como o Internacional. Resumindo: menos brincadeira e mais informação. Menos meme e mais jornalismo, por favor!





Um comentário:

  1. texto fraco, achei que vcs iam falar mais sobre o assunto mas só disseram q n gostam e jogaram as imagens ae

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