#OnThisDay 30/6: Overdose de Brasil

Os meses de junho e julho são sempre marcantes para o futebol brasileiro. Invariavelmente, há sempre o que comemorar. E claro, também a lamentar. Há 13 anos atrás, reafirmamos nosso poderio diante do resto do planeta. Lá do outro lado do mundo, em Yokohama, derrubávamos a muralha chamada Oliver Kahn com dois gols de Ronaldo e muita dedicação e garra da Família Scolari. Quem diria, Felipão, que o mundo pra você mudaria tanto em 13 anos, não é mesmo?


Há 2 anos atrás, Felipão teve novos motivos para sorrir. Pegou uma Seleção desmoralizada e a colocou de novo no topo na Copa das Confederações disputada no Brasil, com uma espetacular vitória por 3 a 0 sobre a Espanha. O último grande momento do treinador do Penta.


Mas a Seleção Brasileira não é feita apenas de vitórias. Em 91, perdemos o Mundial sub-20 para Portugal. Após um 0 a 0 no tempo normal, o Brasil foi derrotado nos pênaltis por 4 a 2. Os portugueses tinham como destaque o futuro melhor jogador do mundo, Luis Figo, e Rui Costa e João Pinto. 

Já o Brasil, contava com vários nomes conhecidos. Alguns se tornaram estrelas mundiais. Outros, passaram a fazer parte do imaginário popular.

- Roger (goleiro da G Magazine, eterno reserva de Rogério Ceni)
- Andrei (zagueiro, aquele que levou um safanão em campo do Romário quando jogava pelo Fluminense)
- Marquinhos (bom meia revelado pelo Flamengo, mas que teve seus melhore momentos na dupla de rivais campineiros, Guarani e Ponte Preta. Perdeu um dos pênaltis na final)
- Roberto Carlos (não preciso explicar quem é)
- Paulo Nunes (sim, aquele)
- Élber (atacante que se tornou ídolo na Alemanha. Perdeu um dos pênaltis na final)
- Djair (andarilho da bola, passou por 8 dos 12 times do G-12 do futebol brasileiro)
- Luis Fernando (nosso camisa 10 na competição foi revelado pelo Internacional, e após o Mundial foi negociado com o Real Madrid-B)
- Sergio Manoel (ídolo botafoguense)
- Emerson Ferretti (goleiro, ídolo do Bahia)
- Ânderson Lima (é o Roberto Carlos sem grife e destro)
- Zelão (zagueiro com várias passagens pelo Cruzeiro, mas que é pouco conhecido)
- Emerson Castro (zagueiro obscuro, que na época jogava no Juventus da Mooca)
- Serginho Fraldinha (jogou no Palmeiras e no Santos, e se aposentou precocemente aos 28 anos)
- Rodrigão (revelado pelo Flamengo, rodou por várias equipes de Portugal e Espanha)
- Sandro Ventura (com passagens por Cruzeiro e Botafogo, o desconhecido jogador encerrou sua carreira cedo, em 2003, pela Chapecoense)
- Serginho (outro anônimo. Porém, foi ídolo no Nacional de Madeira, clube que ficou por 11 anos)

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