Disseram que não ia ter Copa


Teve. Teve muita. Copa demais! Mas acabou. Acabou com a vitória pelo placar mínimo da Alemanha diante da Argentina.

Acabou. É tetra! Há 20 anos atrás éramos nós que gritávamos isso. Após 24 anos (mesmo jejum de Brasil e Itália do tri para o tetra), a Alemanha chega ao quarto troféu. Merecidamente. Götze saiu do banco de reservas para marcar um golaço e entrar para a história, mostrando que a Alemanha é um time completo. O “regra 3″ entra sem tirar qualidade da equipe titular. Não posso esquecer do coadjuvante do lance, Schürrlle, que fez grande jogada pela esquerda.

Müller, o melhor da Copa. Schweinsteiger e Kroos, os volantes que mostram que volante que sabe jogar, não é bonito só para a imprensa. Manuel Neuer, imponente como os grandes goleiros são. Podolski, o arroz de festa, ou melhor, o tocador de pandeiro que todo grupo vencedor tem que ter. Poderia listar um a um, que não faltaria qualidade. Isso que faltou o Reus.

Acabou. Acabou a Copa das Copas como diz o slogan atual. Recorrendo a outro jargão presidencial, nunca na história desse país (ou seria planeta?) tivemos uma Copa do Mundo tão sensacional e incrível.

E começa. Recomeça a vida comum. Recomeça o Brasileirão. É um choque de realidade. É como viver uma viagem incrível, e após 30 dias intensos, voltar ao nosso ordinário dia a dia. Sabe de nada, inocente!

O jeito agora é esperar ansiosamente por 2018. Encontro com amigos, churrascão na laje, confraternização com os desconhecidos, lagrimas e sorrisos.

Realmente, não há dúvidas. Essa foi a Copa do Brasil. A Copa das Copas.

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