O importante é competir? Fraudes nos maiores clubes do planeta mostram que o espírito esportivo não é um trunfo necessário para vencer

Na temporada passada na Europa, ficamos espantados com a beleza do futebol apresentado pelo Bayern de Munique, então comandado por Juup Heynckes. Mesmo espanto que assolou o clube bávaro no início desse ano, com a descoberta de que o presidente Uli Hoeness sonegou € 27,2 milhões (R$ 88,9 milhões) da Receita Federal alemã. O dirigente foi condenado no último dia 13 a três anos e meio de prisão. Quanto dessa quantia pode ter saído dos cofres do Bayern? Quanto dinheiro o Bayern pode ter ganho em operações financeiras desse tipo?

Algo parecido aconteceu no Barcelona. Elogiado por seu "modelo", principalmente em seu aspecto esportivo, a equipe catalã sempre foi exaltada, também por sua gestão de recursos e captação de talentos. Eis que explode o Neymargate! Sandro Rosell, parceiro de outros carnavais de Ricardo Teixeira, renuncia a seu cargo. Será mesmo que isso só aconteceu na negociação de Neymar? Você, aí atrás dessa tela, acredita mesmo nisso?

Outro exemplo de sucesso, dentro e fora do gramados, é a Seleção Brasileira. As relações escusas de seu antigo presidente, podem até ter sucateado o futebol brasileiro como um todo, mas transformaram o Brasil na maior Seleção do Mundo. Como foi dito no período pré-Copa 2006, nos tornamos os beatles da bola! 

Podemos ficar o dia todo contabilizando os campeões da imoralidade. Times ingleses e seus sheiks. Os constantes casos de manipulação de resultados na Itália. As máfias do apito e as MSI's da vida no Brasil. Afinal, é possível vencer de maneira honesta? Ou será que só é possível corromper o sistema, corrompendo a si próprio?

HAHAHAHHAHAHAHA! Esse Casari é um fanfarrão! 


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