É campeão de novo!


O resultado era esperado. Porém não com tanto sofrimento. Os times perfilados entram em campo. E já aí vemos uma diferença. Rafael Sóbis é o titular no lugar do contundido Alecsandro, e é o último da fila. O atacante toca na taça como se dissesse um "até logo". A partida se inicia, muito nervosa, com o Inter com mais posse de bola, mas com o Chivas atacando com mais perigo. Ninguém esperava que o roteiro fosse parecido com o da primeira partida, mas aos 42 do primeiro tempo, Fabián dá belo voleio e faz 1 a 0 para os mexicanos. O sofrimento começava.

Mas o Inter nesses últimos anos vem sendo um time que vence seus títulos com gols de jogadores que se superam, que estão em má fase e outros desastres mais. Tinha que ser dele. Em jogada bem trabalhada,aos 16 do segundo tempo, a bola chega aos pés de Kléber pela direita que cruza para o meio da área, Sóbis bem colocado, escora para dentro do gol para explosão da massa colorada. Sóbis vai para um lado emocionado; Tinga corre com alegria para o outro. O título estava de novo em nossas mãos.

O herói Sóbis dá lugar ao jovem Leandro Damião, que ainda não havia jogado nenhuma partida na Libertadores. A aposta de Celso Roth dá certo, e aos 30 minutos, Damião recebe no meio, dá um toque na bola ao melhor estilo "Nilmar", e avança para virar a partida. Nova explosão vermelha! A América está mais perto de nós.

Também no segundo tempo, Tinga levou uma joelhada acidental de Leandro Damião, e logo foi substituído de jogo, exausto, um guerreiro em campo, para a entrada do dono desta Libertadores. Giuliano entrou para fazer o gol do título. Driblou dois adversários e deu um toque por cima do goleiro para marcar seu sexto gol na competição. No fim do jogo, Araújo marcou no rebote para os mexicanos. Mas a taça já era nossa. Como diria Galvão: comemore Colorado, a América acorda hoje pintada de vermelho. Bicampeão das Américas!

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